Sonia Soares








Amei do amor louco e o amor fogo,
e o amor mortal das noites tortuosas,
como quem esparramando-se na lama,
chegasse cheia de prazeres e de rosas.


Recebi do amor de amantes ardentes
as maravilhas e angústias de quem ama,
e o amor que arde um beijo e abre-se em rosas,
e queima... e morre no beijo em que se inflama.


Hoje, entre dores e sem amores,
amo-te o amor maior dos amores,
pela loucura alucinante de amar!


Ah! Mas não te pese nunca esse tormento,
porque este amor é como um vício,
pois, irei morrer se dele me curar.


(Sonia Soares)


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